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sexta-feira, 26 de março de 2010

Você pode mudar o seu próprio futuro!

Quem não gostaria de mudar o seu próprio futuro?

Muitas pessoas indagam dizendo que não conseguem mudar nem o presente, imagine o futuro; mas quero lhe dizer que o seu presente é reflexo daquilo que foi plantado no passado e o seu futuro será reflexo daquilo que será plantado no presente.
É por esse motivo que é possível mudar a sua sorte, frases como “você nasceu pobre e vai morrer pobre”, “a vida é deste jeito mesmo, se não tiver dinheiro e influência não se consegue nada”, não mais farão efeito em sua vida se uma atitude certa for tomada agora por você.
A bíblia sagrada nos mostra em apenas 2 versículos a mudança de vida de um homem que estava condenado ao fracasso mas se tornou um vencedor, exemplo para todos nós, falo sobre Jabez.
Jabez era um dos descendentes de Judá, e é citado apenas no primeiro livro das Crônicas capítulo 4 versos 9 e 10.
Seu nome significa nascido com dores, era assim que o chamava nascido com dores pra cá, nascido com dores pra lá, mas este homem tomou uma posição diante desta situação de não aceitar esse adjetivo negativo em sua vida, mas muitos aceitam, se conformam com a separação, com a doença, com o fato de terem que viver o resto da vida dependendo de um remédio, de um tratamento, de uma pessoa.
Ele simplesmente tomou a atitude correta, ao invés de se conformar, recusou-se a continuar a viver daquela maneira.
Saia você também do conformismo, pois Jabez tornou-se o mais ilustre dos seus irmãos e é assim que você pode ser o mais ilustre, o mais excelente, o mais prospero o mais…, claro que para a Glória de Deus.
Para muitos tudo isto que anteriormente foi citado não é verdade, é impossível, como ser mais ilustre…; não estamos tratando com o Deus só das possibilidades e sim com o Deus que faz mais do que pedimos ou pensamos, com o Deus que faz aquilo que é impossível aos homens, pois tudo para Ele é possível, e foi assim, confiando neste Deus, tomando a atitude de se colocar diante Dele que Jabez teve o seu futuro mudado, transformado em bênção.
Nestes dois versículos citados do livro de Crônicas temos alguns pontos importantes, a oração feita foi objetiva, foi reconhecedora, sincera e de fé.

Muitos acham que a oração sempre deve ser longa, que algumas vezes é necessário passar até horas, dias na presença de Deus em oração, mas não é o tempo de oração que determinará a bênção ou o tamanho dela, mas sim a fé, o conhecimento nela aplicado, veja Eclesiastes 5.2.
Jabez também reconheceu que não era o problema que vinha de Deus, mas a solução estava em Deus.

Isso é muito importante, não podemos achar que o culpado pelos nossos problemas são os outros, que é o governo, que é o meu patrão, que é a igreja, que o pastor é fraco, que Deus me abandonou, não, se as coisas não estão bem o que nos é suficiente saber é que em Deus está à solução de qualquer que seja ele, II Crônicas 7.14.
Outro requisito fundamental é a sinceridade de coração, aos homens nos podemos enganar, dizer com os nossos lábios uma coisa, mas ter outra no nosso coração, muitos agem assim para agradar, ou até enganar ao próximo, mas Deus conhece não só os pensamentos, mas também as intenções do nosso coração, portanto aquilo que será dito a Ele em oração deve ser exatamente o que há dentro de nós, Jeremias 29.13.
E o que vai fazer com que o milagre e a mudança venha a acontecer após reconhecer que em Deus está a solução e com sinceridade se colocar diante Dele é a aplicação da fé na oração, e neste ponto em particular muitos tem fracassado, pois fazem orações destituídas de fé, pois só apresentam a Deus murmurações e sentimentos; oração de fé é aquela que tem base na Palavra, repare a oração que Jabez fez você se lembra de algum relato na bíblia sagrada parecido, sim, a oração de Jacó, Jabez conhecia a Palavra e fez a sua oração com base nela, veja Marcos 11.24.
O resultado nós já sabemos, Jabez mudou o seu futuro pela sua atitude certa, Deus o ouviu e o fez mais excelente.

Está esperando o que para tomar uma atitude e deixar
de ser alguém sofredor para ser vencedor.

Conheça Nossa História

A ORIGEM DO GAÚCHO
O gaúcho é o nome dado aos nascidos no Rio Grande do Sul, ao tipo característico da campanha, ao homem que vive no campo, na região dos pampas. Até a metade do século XIX, o termo gaúcho era usado de forma pejorativa, sendo dirigido aos aventureiros, ladrões de gado e malfeitores que viviam nos campos. Resultado da miscigenação entre o índio, o espanhol e o português, o gaúcho, por viver no campo cuidando do gado, adquiriu habilidades de cavaleiro, manejador do laço e da boleadeira, aspectos que perfazem a tradição gaúcha. Sem patrão e sem lei, o gaúcho foi, inicialmente, nômade. Com o passar dos tempos, a partir do estabelecimento das fazendas de gado e com a modificação da estrutura de trabalho, foram alterados os seus costumes, tanto no trajar quanto na alimentação. Mais tarde, já integrado à sociedade rural como trabalhador especializado, passou a ser o peão das estâncias.
Atuando como instrumento de fixação portuguesa no Brasil Meridional, o gaúcho contribuiu para a defesa das fronteiras com as Regiões Platinas, participando ativamente da vida política do país. A partir disso, o reconhecimento de sua habilidade campeira e de sua bravura na guerra fizeram com que o termo "gaúcho" perdesse a conotação pejorativa. Após a Revolução Farroupilha, o gaúcho passou a ser considerado sinônimo de homem digno, bravo, destemido e patriota.
O gaúcho é definido pela literatura como um indivíduo altivo, irreverente e guerreiro. Às suas raízes, somaram-se as culturas negra, alemã e italiana, e de tantos outros povos que vieram construir, no Rio Grande do Sul, uma vida melhor.
O povo gaúcho valoriza muito sua história e costuma exaltar a coragem e a bravura de seus antepassados, expressando, por meio de suas tradições, seu apego à terra e seu amor à liberdade.
CHIMARRÃO
O Chimarrão, legado da cultura indígena Guarani, constituiu-se na bebida típica do Rio Grande do Sul. Também conhecido como mate amargo, o chimarrão é o símbolo da hospitalidade e da amizade do gaúcho. Preparado em uma cuia e sorvido por meio de uma bomba, a bebida resulta da infusão da erva-mate, planta nativa das matas sul-americanas.

CULINÁRIA GAÚCHA
O churrasco é o prato típico do gaúcho, presente nos finais de semana e em dias festivos. O arroz "carreteiro" também compõe a tradicional cozinha gaúcha. Outros pratos, como o feijão mexido (feijão misturado com farinha de mandioca), o quibebe (purê de moranga), a "roupa velha" (sobras de carne com ovos mexidos), o "espinhaço de ovelha", o charque com madioca, a paçoca de pinhão com carne assado, a couve refogada, o arroz com galinha, o "puchero" (cozido de carne com legumes) fazem parte da culinária rio-grandense.

VESTUÁRIO
Nos primórdios da história do Rio Grande do Sul, o gaúcho não dispunha de domicílio definido, era caçador, coureador, um índio ou mestiço que andava de estância em estância, desempenhando serviços executados a cavalo, o que transparecia no seu modo de vestir. Neste período, surgiram duas classes sociais distintas, de acordo com as condições sócio-econômicas da época: o estancieiro, de condições financeiras favoráveis e que vestia um traje de origem européia chamado BRAGAS; e o peão, domador de gado que adotou, como proteção para o trabalho, a utilização de dois palas - um enfiado na cabeça e outro enrolado na cintura, tipo saia, conhecido como CHIRIPÁ PRIMITIVO. Num segundo momento da história do Rio Grande do Sul, o estancieiro, ou charqueador, tornou-se um homem ocupado com o comércio de couros e outros produtos derivados do gado. Ele também vestia-se à moda européia, usando o traje conhecido como do CHARQUEADOR, composto por botas russilhonas ou "granaderas" levantadas, e calças por dentro das botas, tendo estas um recorte triangular na braguilha. O peão, que passou a ser mais procurado e sua destreza na lide campeira, vestia dois palas, um enrolado por entre as pernas e outro enfiado ao pescoço, usando o conhecido CHIRIPÁ FARROUPILHA.
A terceira época da história econômica do Rio Grande do Sul é marcada por transformações que alteraram a vida do gaúcho no campo. O peão tornou-se o empregado rural, enquanto o fazendeiro aprimorava suas habilidades empresariais. Novas técnicas, nacionais e internacionais foram adaptadas visando o desenvolvimento dos negócios agropecuários no Rio Grande. O gaúcho deste período caracteriza-se pelo uso da BOMBACHA, indumentária confortável e livre, bem de acordo com os seus hábitos campeiros.


A Bandeira
O formato da bandeira gaúcha, como a conhecemos hoje, surgiu durante a campanha republicana no Brasil, na Segunda metade do século XIX, quando jovens políticos como Júlio de Castilhos, no intuito de derrubar a monarquia de D. Pedro II, foram buscar no passado gaúcho símbolos republicanos, da época em que o Rio Grande do Sul fora República, durante a Guerra dos Farrapos. Naquele período, os farroupilhas, ao proclamarem a república rio-grandense, adotaram como bandeira um pavilhão quadrado onde as duas cores brasileiras- o verde e o amarelo- separadas pelo vermelho da guerra. Na mesma época, os farrapos mandaram confeccionar no estrangeiro lenços de seda em cujo desenho aparece a influência da maçonaria. Surgiu, assim, a bandeira, com o brasão tirado do lenço já impresso. Basicamente, essa é a bandeira do Estado do Rio Grande do Sul tal qual como a conhecemos hoje.


O Hino
O hino é o que se compõe da revisão da música de Joaquim José de Mendanha, realizada por Antônio Tavares Corte real, com versos de Francisco Pinto da Fontoura, de forma abreviada consagrada pelo uso popular: a primeira e a última estrofe do poema original, com o estribilho.

HINO RIO-GRANDENSE
Letra: Francisco Pinto da FontouraMúsica: Joaquim José de Mendanha
Como a aurora precursora
do farol da divindade,
foi o vinte de setembro
o precursor da liberdade.
(Estribilho)
Mostremos valor, constância
nesta ímpia e injusta guerra;
sirvam nossas façanhas
de modelo a toda a terra.
Mas não basta p'ra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo;
povo que não tem virtude,
acaba por ser escravo.

O Brasão
O brasão rio-grandense remonta a época dos farrapos. Segundo pesquisadores, a sua
origem exata é desconhecida. Porém, acredita-se que foi desenhado originalmente pelo padre Hildebrando, recebendo a arte final do Major Bernardo Pires, que pertencia à Maçonaria, o que o influenciou na execução da obra. Ambos foram farroupilhas, com serviços relevantes à causa. (Fonte de Pesquisa: Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore. Para maiores informações, visite o site http://www.igtf.rs.gov.br/)


Conheça também um pouco da história de alguns locais e monumentos,
desta cidade que realmente é demais.

A história do Theatro São Pedro inicia em agosto de 1833, com a doação, por parte do presidente da Província, Manoel Antônio Galvão, de um terreno, na praça municipal, destinado à construção de um teatro no centro da capital gaúcha. Inaugurado em 27 de junho de 1858, grandes espetáculos marcaram os seus 115 anos de existência, até o seu fechamento, em 1973, por falta de condições técnicas para dar continuidade às suas atividades.
Reaberto em 27 de junho de 1984, após o trabalho de restauração dirigido por Eva Sopher, o Theatro São Pedro vem operando, diariamente, com uma intensa programação em todos os setores. A administração da instituição preocupa-se em manter a já conquistada reputação de ser uma das mais belas casas de espetáculos do mundo, que recebe milhares de visitantes, além do público que habitualmente prestigia os eventos de teatro, dança, música, exposições e outras manifestações culturais.

Esta praça (ou largo) foi construída sobre área aterrada do Rio Guaíba. Nesta praça, está preservada uma ponte de pedra, que ligava o centro da cidade com a zona sul; foi construída por escravos entre 1842 e 1848. O Monumento aos Açorianos foi construído em 1973; constitui um trabalho em aço, criado pelo artista gaúcho Tenius, homenageando a chegada dos 60 casais de açorianos a Porto Alegre, em 1752.
A ponte de pedra, que foi conservada no Largo dos Açorianos, constitui testemunho importante de uma época da história de Porto Alegre, quando o riacho (atual arroio Dilúvio) ali passava. A ponte foi mandada construir pelo Conde Caxias, em 01/03/1846, durante o período de pacificação da província riograndense. Até então, existia ali, na "desembocadura da rua da Figueira", uma ponte de madeira, que seguidamente apresentava problemas. A ponte começou a ser utilizada em março de 1848. Um século mais tarde, a obra ficou ociosa em virtude da canalização do riacho; não obstante, sabiamente, a municipalidade preservou a ponte, sobre um espelho de água.

Localizado à beira do Guaíba, o prédio abrigou a antiga Usina Termoelétrica da cidade entre os anos de 1928 e 1974.
Sua chaminé, de 117m, que serve de referência geográfica e arquitetônica, foi tombada pelo Patrimônio Estadual em 1983.
Desde 1991 é um dos mais importantes centros culturais do RS. Nos 18.000 m2 do Centro Cultural, está localizado 3 auditórios, 5 salas de uso múltiplo, anfiteatros para vídeo e atividades múltiplas, usina de Multimídia, espaços abertos para exposições, centro de documentação com biblioteca, Galeria Iberê Camargo, área de cinema, área do Teatro Elis Regina, praça de variedades com restaurante e bares.

O pórtico do Cais do Porto foi produzido em Paris, no ano de 1919. Possui uma estrutura levíssima de ferro, emoldurada com vitreaux da época. Foi tombado pelo Patrimônio Histórico no ano de 1983.
Era a porta de entrada da capital para os viajantes que chegavam a bordo dos das embarcações da época.
Hoje em dia, circula na prefeitura um projeto para redesenhar os 1.500 metros do Cais Mauá - que será aposentado como porto para virar espaço de lazer, cultura e convivência dos porto-alegrenses. Os armazéns A e B e do Pórtico Central serão recuperados.
O novo cais do porto será chamado de Porto dos Casais.


O Monumento Laçador é localizado na entrada norte de Porto Alegre, monumento símbolo de Porto Alegre, foi instalado em 20 de setembro de 1958, por ocasião do 123º aniversário de início da evolução Farroupilha.
Foi adquirido pela prefeitura durante o governo de Leonel Brizola através de um concurso público. De cinco propostas, foi escolhida a obra do escultor pelotense Antônio Caringi.

Inicialmente batizada de "O Boleador", os organizadores do concurso preferiram mudar o nome para Laçador.

O monumento representa o gaúcho em sua vestimenta típica campeira: de lenço, bombachas, esporas, faca na cintura e boleadeiras, é a personificação do tradicionalista gaúcho de uma época.
Moldado em bronze, a escultura possui 4,5 m de altura, pesa 3,8 toneladas e está sobre um pedestal de granito.

Parabéns querida Porto Alegre!!!
Terra maravilhosa que Deus nos deu...
Nossa geração agradece ao Senhor por uma cidade tão linda.
238 com corpinho da 20!!!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Homenagem aos 238 anos de Porto Alegre

Porto Alegre é que tem...

... um jeito legal...

... é lá que as gurias...

... etc e tal.


Nas manhãs de domingo, esperando...

... o gre-nal...

... passear pelo brique...

... num alto astral.

Porto Alegre me faz...

... tão sentimental...

... Porto Alegre me dói...

... não diga a ninguém...
... Porto Alegre me tem...

... não leve a mal...

... a saudade é demais...

... é lá que eu vivo em Paz.

Porto Alegre é demais!!!


Se você quiser saber mais sobre a nossa

cidade, é so entrar no site http://www.wikipedia.org.br/

busque por Porto Alegre e encontre

tudo o que você precisa .